Skip to content

Pra matar as saudades!

27/09/2010

Queridos, aqui quem escreve é Mãe Shirley! Recebi de Cláudia Regina e Maria Eduarda a incumbência de dar a vocês as boas novas: MÊS QUE VEM ESTAMOS DE VOLTA! Isso mesmo, vocês leram bem: de volta!

Depois de umas curtas férias – porque afinal, ninguém é de ferro -, em outubro vamos voltar para alegrar a vida de vocês. A mulherada que anda desanimada, sozinha, cansada, arrasada e não tem mais ânimo sequer pra comer um bombomzinho, pode ir se animando e sacudindo a poeira que em breve As Mulheres de Branco vão botar para quebrar e vocês vão ter um monte de motivos pra malhar o abdômem! Vem muita risada por aí!

Até a nega lá do bairro (minha cliente lá do Lins, pra quem não me conhece) que não é parâmetro de bom humor pra ninguém viu uns pedacinhos da nossa peça no YouTube e não aguentou – caiu na risada!

O recado está dado! É isso. Agora aguardem novidades, em breve as meninas vão divulgar maiores informações. Por enquanto, vou deixar vocês com uns trechinhos da peça que tiramos do DVD pra vocês matarem a saudade um pouco! Está tudo no nosso canal do YouTube, mas vou deixar colado aqui também. Tomara que gostem! Um cheiro de Mãe Shirley!

BOA DIVERSÃO!

O blog “Falando de Fonoaudiologia” conversa com Celso Andre

23/06/2010

Os estudantes de fonoaudiologia que escrevem o blog “Falando de Fonoaudiologia” entrevistaram o nosso ator Celso Andre. Confiram o papo! Ficou muito legal, acho que muita gente nem tinha ideia de como a preparação vocal é importante para um espetáculo de teatro e, como pode fazer a diferença em muitas outras atividades no meio artístico.

E falando em preparação vocal e fonoaudiologia, aproveito para deixar indicada a entrevista que o mesmo blog fez ao preparador vocal do nosso espetáculo, o especialíssimo e indispensável Dr. Reynaldo Lopes (link da entrevista) e recomendar que conheçam também o trabalho de Dani Calazans (Dani canta Hard Bolero), a professora de canto do Celso, cujo trabalho foi fundamental na preparação da peça “As Mulheres de Branco”. Celso fala sobre eles na entrevista!

Aliás, quem ainda não conferiu a peça, não sabe o que está perdendo! São nossas últimas semanas no Rio de Janeiro, após 04 de julho, o céu é o limite! Vamos cair na estrada! Aí vamos nós, Brasil!

Beijos empolgados e quase musicais da Editora!

Até breve! Deixo vocês com a entrevista!😉

Uma noiva que não acredita no amor
Uma médica sem vocação profissional
Uma mãe de santo que não tem fé

Esta é a chamada de um grande sucesso dos palcos atualmente, na Cidade do Rio de Janeiro. A peça As Mulheres de Branco, escrita e encenada pelo ator Celso Andre, tem garantido não só boas risadas do público e casa cheia em dias de apresentação, mas também grandes elogios das críticas.
Em entrevista ao Blog Falando de Fonoaudiologia, o ator descreve sua rotina, sua preparação vocal antes de entrar no palco, como decidiu seguir além do teatro, a área da Fonoaudiologia, e destaca o papel fundamental de seu fonoaudiólogo Reynaldo Lopes em sua preparação.

Falando de Fonoaudiologia – Que relação há entre você e a Fonoaudiologia? Porque decidiu seguir esta área paralelo ao Teatro?
Celso André – A Fonoaudiologia sempre esteve ao meu lado sem que eu a percebesse. Sou filho da fonoaudióloga Eliane Arruda e desde muito pequeno convivi com grandes nomes da profissão como Abigail Caracik, Beth Luz, Célia Galvão, Marly Canongia e muitas outras que como a minha mãe contribuíram para o crescimento e desenvolvimento da profissão. Sou artista por vocação. Nasci artista e sempre me vi no mundo como artista. E como ator a voz é o meu instrumento de comunicação com o publico. Passei por uma cirurgia de desvio de septo e no período de recuperação comecei ler sobre “voz” para entender melhor como a partir dali iria “funcionar” minha respiração e consequentemente minha voz. E fui então, digamos assim “mordido pelo bichinho” que é uma expressão que usamos muito quando nos apaixonamos pelas artes cênicas e seguimos uma profissão no palco. Decidi então fazer o curso de fonoaudiologia quando me vi também apaixonado por compreender nosso aparelho fonador e todo o processo que envolve a comunicação e produção da voz humana. E acredito que a fonoaudiologia veio a mim não como uma carreira paralela e sim complementar a minha carreira artística.

Falando de Fonoaudiologia – Como é sua rotina fora do palco para manter uma voz saudável e a resistência, o fôlego que você mantém durante todo o espetáculo?
Celso André – Sou muito responsável com a minha saúde vocal. Não fumo, não bebo gelado em hipótese nenhuma, evito ao máximo falar no telefone. Evito também bebidas alcoólicas quando estou em cartaz e em períodos de ensaio. Procuro dormir oito horas por dia e faço exercícios físicos diariamente além de me alimentar muitíssimo bem. Muitos colegas não precisam de tantos cuidados, mas para mim faz diferença. Se não durmo direito ou desgasto a voz durante o dia ou qualquer outra alteração nessa minha disciplina sem duvida nenhuma não tenho um rendimento tão satisfatório quanto almejo. E para mim qualquer sacrifício vale a pena para uma grande “performance” no palco. E nesse lugar o que parece sacrifício vira prazer. Além de contar com grandes profissionais que me orientam e cuidam de mim maravilhosamente bem como minha professora de canto Dani Calazans, com quem desenvolvo minha musicalidade e meu canto e meu fonoaudiólogo Reynaldo Lopes, que cuida da minha saúde vocal e prepara minha voz para o oficio.

Falando de Fonoaudiologia – Nos explique a importância e como é sua preparação vocal horas antes do início da apresentação?
Celso André – A importância é total. No palco e principalmente nesse trabalho que estou sozinho em cena a voz precisa estar em condições perfeitas para agüentar uma hora e vinte de espetáculo transitando por diversos estados emocionais e registros. Além do texto ainda canto no espetáculo e para que isso ocorra sem causar danos a minha saúde vocal e consiga transmitir de forma clara todos os sentimentos que a dramaturgia do espetáculo exige preciso chegar no teatro sempre duas horas antes e me dedicar a um ritual diário de preparação que inclui exercícios de relaxamento e de respiração seguidos por vocalizes para “despertar” e preparar todo o aparelho fonador para a cena. E em dias em que sinto minha voz um pouco estressada ainda exercito as pregas vocais usando um nebulizador com soro fisiológico que muito ajuda na lubrificação das mesmas e também das vias aéreas. Quando termino procuro fazer um pouco de nebulização no camarim e como sempre uma maçã antes de entrar em cena e outra ao sair.

Falando de Fonoaudiologia – Quais os benefícios que você tem observado com a aplicação das técnicas vocais?
Celso André – O trabalho desenvolvido com minha professora de canto e com meu fonoaudiólogo são trabalhos complementares e individualmente de extrema importância. Com Reynaldo Lopes desenvolvi uma maior capacidade de aproveitamento do ar durante a fonação o que me faz ter um esforço bem menor para alcançar a cena de forma tranqüila. Além é claro de um conhecimento maior do meu aparelho fonador e fazê-lo funcionar a meu favor na hora do trabalho. Com Reynaldo também “despertei“ digamos assim, através de exercícios, uma maior suspensão no meu palato mole e assim não deixar que o som seja “estrangulado” e sim melhor projetado aproveitando ao máximo minha capacidade de ressonância. Tudo isso regado com muitos exercícios de canto com a Dani para aguçar minha musicalidade e criar uma consciência da voz cantada exercitando todos os músculos que necessitam de trabalho para estarem aptos para cantar e falar por mais de uma hora. Durante esse processo o grandioso trabalho que venho fazendo com minha professora de canto se encontrou com o trabalho fundamental com o meu fonoaudiólogo e juntos chegamos no resultado vocal que apresento todas as noites de forma segura e saudável. Sou muito grato por te-los nesse projeto e devo a eles todo o meu crescimento e desenvolvimento vocal.

Falando de Fonoaudiologia – Você acha importante ter um fonoaudiólogo inserido no meio artístico, seja no Teatro, Música, Televisão e outros? Quais as dicas você daria aos seus colegas de profissão, a respeito de um bom rendimento vocal?
Celso André– A presença de um fonoaudiólogo é fundamental. Além de aumentar as chances de alcançar seus objetivos, ele te da segurança para ousadias que somente com muito trabalho são capazes de acontecer. E em arte assim como na vida acredito que se não ousarmos não crescemos. E o que gostaria de transmitir aos colegas com a experiência desse trabalho é que a disciplina aliada a bons profissionais na sua preparação vocal fazem sem dúvida nenhuma uma grande diferença quando a cortina se abre. Beijos carinhosos ao “Falando de Fonoaudiologia” Beijos especiais a minha professora de canto Dani Calazans e ao meu Fonoaudiólogo Reynaldo Lopes, meu querido professor no curso de graduação pelo o maravilhoso trabalho. E convido a todos para assistir “As Mulheres de Branco” no Teatro Candido Mendes de Quinta à Sábado as 21 hs e Domingo as 20hs.

Socorro!!! Será que eu estou na profissão certa?

18/06/2010
Gente, não é novidade pra ninguém que eu vivo reclamando da correria do plantão e que não aguento mais essa vida que levo no meu trabalho! Preciso respirar! De uns tempos pra cá estou cada vez mais convencida de que eu não tenho mesmo vocação profissional e que, se um dia eu tive, eu não devo ter interpretado direito pra que carreira era… enfim. Estas e outras coisas me levaram para o consultório da Fernanda. E os papos que tenho com ela têm me ajudado bastante, mas agora ela me deixou algumas sugestões… e eu estou tentando me responder alguma perguntas… Vamos ver no que vai dar. Quem sabe eu não deveria ter sido atriz? Você estão vendo o sucesso do Celso Andre? Por que eu não escolhi estudar pra isso? Bem… era capaz também de não funcionar, dizem que a câmera engorda (será que é verdade?). Bom, se a Fernanda não der jeito, vou ter que procurar a Mãe Shirley!
.
Acabei decidindo compartilhar com vocês os e-mail que recebi da Fernanda porque no fundo achei bem bonita esta mensagem de “ser feliz fazendo o que a a gente gosta“, mas, que nem tudo são flores na vida, eu já sabia, né? E, também sei que por mais bonita que seja a mensagem, não é tão fácil mudar de postura. Afinal, eu sou médica, eu sei! (risos) Mas confesso que refletir sobre estas coisas me deu até uma nostalgia boa do tempo que eu sonhava em vestir pela primeira vez o meu jaleco branco… ah, ele era tão lindo, de um branco im-pe-cá-vel! Quando comprei o primeiro pra valer mandei bordar meu nome no bolso e fiquei me sentindo o máximo, antes do meu nome bordou-se “DRA”! Finalmente, depois de tanto estudo eu era médica. Ah… e o primeiro carimbo? Me lembro até hoje…(risos) distribuí carimbos para a família toda… E mamãe? Hahahaha, mamãe me matava de vergonha comentando com as pessoas que parecia que eu tinha voltado aos tempos de infância…”Só podia dar nisso, Claudinha sempre gostou de brincar de médico”. É mole? E o pior…(risos) é a pura verdade! Ah… bons tempos aqueles, tempos pré- Claudia-GORDA-Regina!
.
Bom, agora vou indo e deixo abaixo a mensagem da Fernanda… hoje é sexta e estou de folga. Pre-ci-so respirar! Acho que vou dar uma bela caminhada no calçadão de Copa e aproveitar que o dia tá bonito, porque do jeito que eu tô pálida, se eu não pegar um sol daqui uns dias vão achar que eu é que estou doente lá no hospital! Fui!
.
Beijos da Claudia Regina.
.
(Segue o e-mail da minha psicóloga)
.
Cara Dra. Claudia Regina,
.
Depois que você apareceu no meu consultório com um balão de oxigênio nas mãos, fiquei seriamente preocupada e acho que as dicas abaixo podem te ajudar. Acho que seria muito bom se você refletisse sobre os pontos que destaquei abaixo e NÃO matasse nenhum de seus pacientes, ok? E nem se matasse comendo todos aqueles bombons. Como você esteve em meu consultório buscando orientação sobre o que fazer diante das desventuras em séries que vivencia nos hospitais, pulando de plantão em plantão,  venho através desse email, orientar para que siga algumas dicas e, que não leve tudo tão a ferro e fogo, a não ser a sua felicidade.
.
Uma coisa que lhe sugiro é que se pergunte, sinceramente, se escolheu a profissão certa. Como?
Vou dar um exemplo: o bailarino precisa gostar de dançar para sobreviver às dores nos tornozelos, o pintor precisa gostar de ver cor e massa corrida e apesar do cheiro forte da tinta suportar as crises de sinusite, rinite e alergias diversas, a telefonista também para falar bem no telefone… precisa imaginar a pessoa do outro lado e assim poder conversar com ela… Procurando entender o que o ser do outro lado fala e sente… Antes de surtar com frases repetidas e gerúndios… Então, a sugestão é perguntar o que uma médica precisa gostar para se sentir bem na profissão. Talvez você tenha uma lista de coisas para responder a esta pergunta, mas a correria diária não tem lhe deixado tempo para pensar um pouquinho nisso.  Provavelmente, uma médica precisa gostar de socorrer e atender pessoas com problemas, gostar de ajudar, salvar, investigar… E, pacientes com complicações fazem parte, até porque ninguém vai ao médico “bem” não é, Doutora? Resumindo: Nem tudo são flores na vida! Não adianta você só ficar reclamando da sua profissão, porque todas as profissões (aliás, tudo na vida) têm coisas boas e ruins. Você precisa lembrar daquilo que você gosta na profissão para lidar melhor com as que não gosta.
.
Outra coisa que até eu mesma me pergunto: Será que o seu salário precisa ser o de sete plantões alucinados, durante sete dias na semana?
Veja bem, não estou dizendo que você deva abandonar o trabalho, ao contrário, quero lhe ajudar a recuperar o prazer naquilo que você faz. Estou falando, e gostaria que você também pensasse, em uma justa medida, uma vida mais harmônica, mais em sintonia com as suas reais necessidades.  Assim: você poderia viver mais ou menos, comer mais ou menos, viajar para o exterior mais ou menos… Mas não pode ser uma profissional mais ou menos. Será que encarar um pouco menos de plantões, com mais tranquilidade, lhe permetiria levar uma vida mais calma, com um tempo livre de maior qualidade, ainda que o seu salário tivesse que ser “mais ou menos”? Pense bem, Clauria Regina, talvez algumas mudanças de postura possam lhe fazer recuperar o prazer de ser médica.
Última dica: Relaxe, medite, pense no que te falei… e se precisar, chame por mim, você tem meus telefones.
.
Até breve,
Psicóloga Clínica.
.
“Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.” J.P. Sartre


Dica cultural da Mãe Shirley

14/06/2010

Meus filhos e filhas,

semana passada, depois de fazer muito jogos lá no barracão, eu estava exausta, precisando dar uma relaxada. Não costumo fugir de trabalho não, mas é que a mulherada ficou toda alvoroçada com esta história de Dia dos Namorados e aí já viu, né?! Sobrou pra mim! Mas foi bom, tinha mesmo umas prestações atrasadas para pagar… acertei os ponteiros!

Bem, comentei com uma cliente minha lá da Zona Sul, super querida ela, que eu tava precisando descansar um pouco… ver gente (viva, de preferência!), desanuviar a cabeça um pouco… Ela, que é suuuuper bem conectada, me chamou para assistir ao último ensaio dela com a sua bando para o Show “Hard Bolero” que vai ser esta quarta, dia 16, no Café Pequeno.

Depois de assistir a primeira música do ensaio já mandei um “Pára Tuuudo”! Que isso, minha filha – perguntei a ela – como você ainda não tinha me mostrado seu trabalho? Simplesmente amei o ensaio, música por música. Bem do jeito que ela me falou, pode parecer doce, pode parecer bem zangado, mas tem um mix de sons e um astral que eu não pude deixar mais de ouvir. Cheguei em casa e já liguei o Neguinho (meu, notebook novo, hehe, eu o chamo assim carinhosamente) no MySpace dela. A minha música favorita é “Salto Agulha”! Vocês precisam ouvir! Tenho certeza de que as mulheres vão adorar.

Dani e a banda já estão avisados que este show de quarta vai ser um sucesso! Eles estão fazendo um ótimo trabalho e eu já mentalizei tudo do bom e do melhor pra eles. Não tem erro! Dani Calazans, em breve, “nas paradas do sucesso”, como dizia minha mãe. Por isso, meus filhos, recomendo a todos que apreciam uma boa música, de não perder esta oportunidade! Vão lá, ouçam,de corpo e alma as canções do show Hard Bolero e depois venham aqui contar o que acharam! Eu amei! E o Celso Andre, que também conhece o trabalho da Dani há algum tempo também adorou. Dia 16 eu tô lá!

O show Hard Bolero reflete as variadas influências de Dani Calazans. Essa mistura fica muito clara quando se vê a cantora no palco, uma Pin-Up cantando um maracatu com guitarra distorcida ou uma salsa com solo de heavy metal, fazendo performance com sua inseparável cadeira roxa de bolinhas brancas.
O show é recheado com canções de novos compositores como Vinicius Castro, Rodrigo Zaidan, Luciano Garcez e Renato Frazão, mas também tem composições da cantora além de releituras inusitadas para grandes clássicos da música mundial.

Guitarra – André Poyart
Teclado – Guilherme Marques
Baixo – Alexandre Berreldi
Bateria – Mario Gannari

arte gráfica: Arthur Schreinert
foto: Guilherme Marques

http://www.danicalazans.com/

#Ficadica

Homenagem ao dia dos namorados, noivos, esposados, casados, entrelaçados…

12/06/2010

É dia dos namorados e a peça As Mulheres de Branco que é um espetáculo de mulheres apaixonadas pela vida e que desejam intensamente serem amadas e felizes, não poderia deixar de homenagear o AMOR , este sentimento tão forte, inexplicável e indescritível que move o mundo. Nossa singela homenagem ficará nas fotos do álbum abaixo, que guardam em si a memória de momentos especialíssimos e inesquecíveis, alvos aliás, de muita irreverência em nosso espetáculo: casamentos.

Confiram, enviem suas fotos e divirtam-se! Nossa idéia é que a galeria cresça! E detalhe: quem enviar a foto do seu casamento pra gente incluir na galeria ganha 50% de desconto para ver a peça no Teatro Candido Mendes.🙂

Para os mais curiosos e curiosas, estas fotos nos foram enviadas pelas amigas Elisa García (e-mail) e Elisa Gaivota (e-mail), duas queridas fotógrafas que já registraram muitos momentos especiais e selecionaram estas fotos para a nossa homenagem ao amor.

Quem percebeu as fotinhas dos casamentos de cinema? Adivinham de quem foi a idéia? ….já adivinharam? Só podeia ser a Maria Eduarda, né, gente? Que a nossa personagem Maria Eduarda é doida pra casar e assumir a sua “profissão esposa” não é segredo pra ninguém, mas o que vocês não sabiam ainda é o talento de Maria Eduarda para encontrar sites e tudo o mais relacionado a casamento! Ela é especialista! haha Como editora do site me surpreendi quando pedi a ela uma dicas de sites interessantes com fotos legais para o nosso álbum, pois ela foi mais do que veloz em me enviar tudo: links, fotos, arquivos, observações!!!  Fiquei boba! Essas fotos de casórios cinematográficos ela disse que são só para passar o tempo mesmo que ela fica olhando, mas que o estilo dela é mesmo aquele clássico, com a grinalda que foi da mãe dela… haha, não é mole essa mulher!

Aproveito para repassar duas dicas rápidas:

1) a dica que Maria Eduarda me deu sobre cerimoniais, vestidos, festas, bouquets e tudo o mais relacionados a matrimônios:  site de Constance Zahn, tem de tudo lá! Aposto que as noivas vão curtir! E os noivos também, por que não? Ah, dei uma passada lá e adorei o blog da Constance… muito simpático. Espiem!

2) uma dica bem divertida, pra quem está com pouca grana para o jantarzinho do dia dos namorados, mas não quer passar em branco. Post “Dia dos namorados de supermercado” do hilário e super útil blog “Eu experimento”. Bem, seguir a dica é opção de vocês…rsrs, mas garanto que o post é impagável…rsrs! Desejo a todos boas risadas.

Beijos e Feliz dia dos Namorados!

A Editora.

As Mulheres de Branco: Celso André vive três personagens femininas no palco

10/06/2010

Gente, olha que legal! Quem leu O Globo impresso de ontem também deve ter visto!  Beijos da Editora e boa leitura! Esperamos vocês no teatro.

::: Publicado na Página do Teatro em 09 de junho de 2010 :::

Celso André cresceu rodeado por mulheres e sempre observou o universo feminino muito de perto através dos anseios e expectativas da mãe, da irmã gêmea e das amigas. Desta convivência ele tirou uma conclusão: a maioria das mulheres quer o homem perfeito, o emprego dos sonhos, corpo de modelo e tempo para cuidar da parte espiritual. Foi a partir daí que surgiu a ideia de escrever “As Mulheres de Branco”, sua primeira peça.

Em cena, Celso interpreta uma noiva que não acredita no amor, uma médica sem vocação profissional e uma mãe de santo que não tem fé: “Não faço a peça travestido porque queria que a figura masculina estivesse presente. Acredito que os diálogos ficam mais fortes sendo ditos por um homem”. O figurino da montagem é um terno branco repleto de elementos femininos e masculinos e adereços que remetem ao universo profissional e íntimo dessas mulheres, como uma grinalda e um turbante.

Como o autor, todas atendem por nomes compostos. “Acredito que a plateia feminina se identificará com essas mulheres e a masculina se divertirá com elas”, diz. Celso explica que na realidade não são três personagens diferentes, e sim uma só com as diversas facetas da mulher contemporânea. O ator não mede elogios ao falar sobre sua admiração pelo antigo ‘sexo frágil’: “A cada dia minha admiração pelas mulheres aumenta, elas são heroínas. Realmente se desdobram para dar conta de tudo e o fazem com a maior competência”.

A relação do ator com o humor vem desde a infância, quando já fazia graça de tudo, inclusive de situações sérias. Ao descobrir que queria ser ator, a comédia veio junto, pois já fazia parte de sua personalidade. “Sempre olhei para a vida de forma bem humorada, sempre transformei situações difíceis em cômicas. Traz leveza para a vida poder rir de seus próprios dramas”, acredita. Em seu próximo projeto, ainda sem data de estreia, Celso quer se comunicar com a terceira idade no espetáculo “Nunca fomos tão jovens”.

Saiba mais sobre o espetáculo.

Veja cenas de “As Mulheres de Branco”.

Post original neste link.

Sigam @genteseveteatro no Twitter e @mdebranco

Recebemos por e-mail…

07/06/2010

Queridos e queridas,  boa semana a todos! Semana gostosa que se inicia com céu azul intenso – pelo menos no Rio – precede ao tão esperado (por uns! rs) Dia dos Namorados! Love is in the air como diria John Paul Young! Já sabem o que vão fazer no dia 12, meus amores?

Em nome de todas as mulheres de branco, a editora que vos escreve, deseja a todos uma maravilhosa semana junina! E muita criatividade na hora de comprar o presente…rsrs. Para os praticantes da solteirice, fé, muita fé! Uma hora o par perfeito aparece! rsrs… e se não aparecer, marca uma consulta com a Mãe Shirley que ela te dá uma luz!

Bom, e como diria a nossa querida Mãe Shirley de Oxalá, vamos abrir os trabalhos da semana deste blog, compartilhando com vocês algo muito legal que recebemos por e-mail de uma moça que assistiu a peça na outra semana. Recebemos de coração aberto, muito obrigada Eliza!🙂

E se alguém mais quiser escrever pra gente, nosso e-mail é asmulheresdebranco@gmail.com

Sobre risadas e papéis sociais:
Depois de muita expectativa (porque a peça me foi muito bem recomendada), fui assistir às Mulheres de Branco na última sexta-feira. Trata-se de uma comédia e bem… eu não gosto de comédia. Sou o tipo da pessoa chata que certa vez foi à uma peça dessas peças badaladíssimas, dos reis do humor e não conseguiu dar nem uma risadinha amarela.  Não é que eu seja dessas pessoas chatas que estão sempre de cara amarrada, quem me conhece sabe que não sou. Mas me orgulho muito de ser uma pessoa crítica – cri-cri mesmo se preferirem. E não costumo achar que teatro possa ser uma soma de piadas estereotipadas e aleatórias. Gosto de humor de verdade, aquele bem feito, que toca nas questões certas e não te obriga afasta as reflexões só porque te faz rir.
Pois bem, volta a cena e estou eu lá, a chata, esperando ansiosa pela atuação de Celso André (acrescente-se um pensamento como “quero ver se isso é bom mesmo”).
Indo direto ao ponto: eu ri do começo ao fim! Sorte do pessoal da produção, porque descobri depois que era o dia da gravação do DVD e, como o teatro é relativamente pequeno, ia ficar feião uma garota com cara amarrada no vídeo.
Mas eu não estou escrevendo isso para contar que eu ri muito e vocês ficarem se sentindo terapeutas do riso e pensarem que salvaram o dia de uma pobre mal-humorada crônica. A questão não é essa. Por mais que As mulheres de Branco seja um espetáculo sob o rótulo de comédia (que já disse, detesto), o que me fez gostar da peça não foi ter dado graças a Deus por ter feito xixi antes de entrar no teatro. As Mulheres de Branco me ganharam e me fizerem escrever esse texto porque acho os problemas enfrentados pelas três personagens muito pertinentes à nossa vida moderna: os papéis da mulher.
Desde meados do século XX que o(s) lugar(es) da mulher na sociedade vêm se modificando e se mutiplicando – e muitas vezes nós, mulheres moderníssimas e bem-resolvidas, não sabemos lidar com isso.
Não sabemos se queremos casar ou fazer pós-doutorado, ser bem sucedidas no trabalho ou olhar para o espelho e ver a Gisele Bünchen, agradar a família ou acreditar no amor. São esses os dilemas que perpassam as mentes angustiadas de Mãe Shirley, Doutora Cláudia Regina e Maria Eduarda.
Saí da peça pensando na confusão que é para a mulher hoje em dia representar o papel que a sociedade espera – principalmente porque ela espera muitas coisas, nós é que sabemos! Fiquei refletindo com meus botões – e não resisti à tentação de escrever algo sobre o assunto – que estamos vivendo uma fase de transição. Que esse dilema todo faz parte do confuso momento histórico que estamos atravessando (e não só ao fato de mulher ser um bicho muito confuso). E nesse momento em que os papéis são reescritos e redesenhados, a crítica-humorística de Celso André cai como uma luva. Agora acho que cabe à nós, mulheres-modernas-e-bem-resolvidas, escrever e representar o papel que queremos, pois, como afirma a principal mensagem da peça: só queremos ser felizes!
Eliza Vianna.
.
E aí, quem já viu a pela concorda com a moça? Insisto: escrevam pra gente!
Um beijo gordo pós-feriadão da editora mais coruja da história!  ;)